A instituição financeira andorrana permitiu que altos funcionários, políticos e gestores públicos de oito países da América Latina recebessem transferências milionárias da Odebrecht, “apesar dos indícios que desaconselhavam essas transações e da falta de bases justificativas”, segundo um relatório confidencial da polícia do pequeno principado europeu, ao qual o EL PAÍS teve acesso.
O documento, datado de 11 de abril, é parte da investigação da juíza andorrana Canòlich Mingorance, que rastreia 200 milhões de dólares (cerca de 650 milhões de reais) em…
